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Agradecimento pela divulgação 2015

10/03/2015

O PECEP agradece a TODOS que contribuíram com a divulgação para as inscrições de novos alunos!

Tivemos mais de 150 inscritos, um resultado excelente que não seria possível sem a contribuição de cada um.

Estamos preparados e com força total para começar mais um ano!

Obrigado!

Lista de aprovados PECEP 2015

04/03/2015

Após recebermos mais de 150 inscrições para 2015, segue a lista de aprovados.

Informamos que as aulas se iniciam terça-feira próxima (10/03) às 18h. Solicitamos pontualidade na chegada para apresentação do espaço e das normas a serem seguidas.

Adriana Matias Paulino

Agatha Barrozo

Alan da Silva Batista

Alberto Martins

Aline Von der Haide

Ana Caroline Duarte dos Santos

Ana Luiza Ribeiro de Jesus Talles

Anna Carolina de Araújo Cavalcante

Antonio Francisco Leitão Dias

Caroline Rodrigues

Clarice Ribeiro da Silva

Debora Cristina Auxiliadora

Douglas Magalhães da Silva

Edmarlley Cruz

Fabiola de Sousa Lima

Fernanda Gusmão Coelho

Flávia Cristina Santos

Flavia Ximenes Eufrazino

Francicleide Holanda

Francisco Wellington Rodrigues de Sousa

Gabriel Rodrigues da Silva

Gabrielly Marry de Jesus

Giselle Silva dos Santos

Hanna Jaqueline Lima dos Santos

Ingrid Gomes

Jaqueline Fernandes da Silva

Jeciany Gomes

João Carlos Camelo de Araújo

João Eliel da Silva de Lima

João Matheus Rodrigues

Julio Cesar Francelino

Kethelyn Chagas Clemente

Larissa Barcelos Gomes

Leonardo Dantas de Oliveira

Letícia Carvalho Leite

Letícia Pereira dos Santos

Letícia Reis Jerônimo

Liliane Lima Neves

Liliane Ribeiro

Luana Sousa de Oliveira

Lucas Mendes Lima

Lucas Santos de Oliveira

Ludmilla Gonçalves de Oliveira

Luiz Eduardo dos Santos

Marcela Barbalho

Marco Aurélio Dias de Oliveira

Maria Milena Bezerra da Costa

Maria Sabrina Ribeiro Lima

Mariana Araújo

Mariana de Lima Rodrigues

Mariana Gomes Nunes

Matheus Belo

Matheus Ribeiro dos Santos

Matheus Sampaio

Mayara Silva do Nascimento

Milena Costa Viana

Nayara Martins

Paloma Bezerra Torres

Paloma Gonçalves de Souza

Paula Jéssica Medeiros da Silva Cavalcanti

Priscila dos Santos

Rayane Dias Ribeiro

Rayane Rodrigues de Aquino Mesquita

Rosenir Fernandes de Lima

Thaiane Mesquita Aguiar

Thainá Barbosa de Araújo

Thais Albuquerque de Aquino

Thalyta de Jesus Braz

Thayná Nóbrega

Thomas Alves Miranda

Valdilia de Oliveira

Vanna da Conceição Liberato

Victória Martins Fróes Abraham

Inscrições abertas para 2015!!

21/01/2015

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As inscrições para alunos que queiram estudar no PECEP em 2015 já estão abertas!!

Para se inscrever basta clicar no link Inscrições 2015, ler as instruções e se inscrever.

Qualquer dúvida, basta enviar um e-mail para contatopecep@gmail.com

Boa sorte!

Colaboração

11/11/2014

Olá, leitores!

Passei aqui para deixar um recado. O PECEP está mudando de método e passará a receber a colaboração de vocês e de quem mais quiser nos ajudar. O vídeo que explica direitinho o que estou querendo dizer estará no ar na semana que vem e será divulgado em nosso blog. Fiquem atentos!

País dividido? Isso pode ser muito bom

03/11/2014

Este texto foi escrito pelo meu pai, Chico Junior, no dia 27 de outubro, ou seja, um dia após o resultado das eleições. Sei que já passou uma semana desde então, mas gostei muito das palavras dele e gostaria de compartilhar com vocês, leitores.


Antes de mais nada, quero registrar que não perdi um único amigo ou amiga (pelo menos, acho) duramente esse encarniçado processo eleitoral que se travou via Facebook.

Procurei, durante todo o processo eleitoral, fazer uma discreta campanha para a minha candidata, mas sem responder a provocações e não provocar.

Procurei, durante toda minha vida, exercer a democracia, em casa, no trabalho, na vida e na política. Isso porque acho que todo mundo tem o sagrado direito de torcer pelo Vasco na torcida do Flamengo (parafraseando o Millôr, se não me falha a memória; ou teria sido o Stanislaw).

Tenho muitos amigos e amigas, conhecidos e conhecidas, que votaram no Aécio. E respeito profundamente suas escolhas políticas.

Mas vamos falar da tal divisão do país, apregoada por muitos colunistas/jornalistas como um grande problema, gerado pelo resultado eleitoral desta eleição presidencial.

Mas isso, gente, não é um problema. Primeiro porque, passada a emoção da eleição, somos todos brasileiros e torcemos, juntos, para o bem do nosso país.

O que podemos tirar dessa situação, é o seguinte (e óbvio): metade do país votou contra a Dilma; outra metade, contra o Aécio. Daí, podemos concluir que Dilma tem, teoricamente, metade do país na oposição. E que sugeriu, pelo voto, que quer mudança.

Muito bem, Dilma sinalizou em seu discurso pós anúncio do resultado eleitoral, que recebeu o recado, propondo o diálogo.

Minha cara presidente, há mesmo que se mudar muita coisa, a começar pela reforma política. Não dá mais para o Brasil conviver com essa zona que impera no nosso Parlamento.

Sabemos que sua intervenção no Parlamento é restrita, mas a presidente da República pode influir muito nesse processo, movimentando sua bancada de apoio, que não é e não será pequena. A ideia do plebiscito sobre a reforma,, anunciada em seu discurso, também pode ser uma bela ideia, depois de muito bem estudada e combinada com o Parlamento.

Tem que rever a questão das coligações partidárias eleitorais, tem que rever a questão dos partidos de aluguel. Isso par citar apenas dois exemplos.

A outra coisa é dar um basta na corrupção. Ninguém aguenta mais conviver com essa situação.

Em suma, trabalhe em prol e com a outra metade que não lhe deu votos.

Ao Aécio, que tem ao seu lado, teoricamente, a outra metade da população, só peço uma coisa: faça oposição; como senador da República, lidere uma oposição sadia, crítica, propositiva. Aproveite o momento para liderar este processo. Não a oposição tacanha e medrosa que o PSDB fez, ao longo dos 12 anos de governo do PT.

Meu caro, está em suas mãos conduzir este processo e sair mais fortalecido para a próxima campanha, se o seu partido não se perder em brigas internas e decisões para apontar o próximo candidato à Presidência, pois, como se sabe, o Alckmin também está de olho no Planalto.

A democracia, o país, a política ganhará muito se o PSDB se portar, realmente, como um partido de oposição.

E vamos em frente!


O texto saiu no site Correio do Brasil.

Num túnel escuro, um pouco da luz da História…

01/11/2014

Depois da vitória da presidenta Dilma, reafirmando o não dos brasileiros a um projeto de governo totalmente alinhado com os interesses dos grandes capitais nacionais e internacionais junto com o conglomerado midiático, acabei me deparando durante a semana com vários eventos de pedido de impeachment da nossa chefe de Estado.

O motivo principal? A existência do “Foro de São Paulo”, fundado pelo chefe de Estado cubano Fidel Castro e outros governos e movimentos sociais de caráter progressista visando a integração política dos países da América Latina, estaria violando o direito constitucional de “soberania nacional”.

Vejamos, o “Foro de São Paulo” é um espaço de diálogo e compartilhamento de experiências de governos ou propostas de políticas públicas que tem como objetivo principal tirar a América Latina das condições miseráveis e deprimentes que as décadas – para não falar séculos – anteriores, ainda mais nos anos das ditaduras militares, deixaram o continente. Cuba e seu líder político Fidel Castro, com seu papel simbólico extremamente importante por se manter como uma alternativa de governo ao liberalismo pregado pelos grandes centros mesmo durante a Guerra Fria e após a queda do Muro de Berlim, junto com Lula e outros movimentos, consolidaram este espaço na década de 1990.

Com a situação extremamente difícil pelo qual o povo latino-americano passou nos anos 1990, com a instituição de políticas neoliberais pesadas em alguns países, incluindo o Brasil, os partidos e os discursos que ainda defendiam a continuação desta ordem e ideologia de governo perderam legitimidade e partidos historicamente de esquerda ganharam espaços e foram chegando ao poder. Brasil, Bolívia, Equador, entre outros, agora tinham governos que tinham o compromisso claro de construir em conjunto uma alternativa consolidada às políticas liberais e que sempre deixavam marcas profundas de exploração e pobreza países nestes e eram apresentadas como a “ordem natural das coisas”. O “Foro de São Paulo” foi um os espaços mais importantes de diálogo para esses partidos e movimentos.

Nos meses anteriores, quando muitos setores conservadores do Brasil tentaram canalizar os descontentamentos da população com as denúncias de corrupção e uma desaceleração do crescimento da econômica na candidatura de um nome de peso – primeiramente Marina Silva e depois Aécio Neves – que fosse oposição ao governo do PT, movimentos sociais e eleitores não filiados a partidos começaram a defender a continuação das políticas de distribuição de renda e de uma proteção mínima dos setores sociais que estava em cheque com a possível vitória e qualquer um desses dois candidatos – o que se confirmou com o apoio de Marina a Aécio no segundo turno.

Dilma ganhou. E agora, como muitos já sinalizam, as pressões dos movimentos sociais que apoiaram a sua reeleição pois identificaram no governo ptista o diferencial do diálogo com políticas contra discriminações raciais, de gênero e sexualidade, além de enxergar como imprescindíveis os ganhos nas políticas de distribuição de renda e investimentos em alguns ramos dos setores sociais – como o REUNI, PROUNI e o PRONATEC –, vão querer reforçar o compromisso da recém eleita com as reformas prometidas e a continuação dessas políticas.

Os setores conservadores, sabendo disso, começam a se movimentar e pedem o impeachment da presidenta e a extinção do PT apontando como atentado a soberania nacional a participação deste partido no “Foro de São Pulo” tentando reeditar o que se viu em 1947 quando o PCB foi extinto depois da denúncia do Deputado Barreto Pinto (PTB) de que o partido seguia orientações da União Soviética e não tinha compromisso com o sistema democrático – sinal claro da escolha de orientação política brasileira no começo da Guerra Fria ao lado dos países comandados pelos EUA. Em 1948 os parlamentares do PCB foram cassados, entre eles nomes que tinham recebido votações altamente significativas como o escritor Jorge Amado e Luiz Carlos Prestes. Não seria isto, isso sim, um golpe a democracia? Continuem a reflexão.

Os próximos anos se apresentam como um terreno pleno de disputas de projetos em sua maioria totalmente contrários. E é extremamente importante que todos não deixem morrer esse ímpeto que motivou a reeleição de Dilma como forma de garantir as conquistas sociais e mantenham, também, a capacidade crítica para apontar possíveis retardamentos das reformas necessárias e a continuação de uma política de distribuição de renda.

Mostrar como uma denúncia totalmente infundada da parte de setores conversadores, uma vez que o “Foro de São Paulo” não tem caráter deliberativo direto em relação às diretrizes do Partido dos Trabalhadores (PT) – como é claro! – e de maneira alguma ameaça a soberania nacional, mas sim, explicita a cooperação latino-americana no sentido de tirar o continente da situação extremamente complicada que décadas de governos comprometidos fielmente com os centros do sistema econômico mundial nos deixaram, é urgente.

Os argumentos para o impeachment baseados na corrupção, então, são os mais vazios de qualquer sustentação histórica e legal. Em carta divulgada pelo historiador Sidney Chalhoub (Unicamp), o especialista em história da escravidão nos mostra que uma rápida passagem por alguns episódios da história do Brasil, como a escravidão, por exemplo, confirmam que a corrupção é um problema de longa duração… Em suas palavras:

“A corrupção está, por assim dizer, no código genético do Estado brasileiro. Nas primeiras décadas após a Independência, período de formação do Estado nacional, a fonte principal da corrupção foi o tráfico ilegal de africanos escravizados. Ao negociar o reconhecimento de nossa Independência no exterior, o Brasil contou com o apoio da Inglaterra em troca do compromisso de não continuar a capturar e escravizar africanos por meio do tráfico negreiro. Em respeito aos acordos internacionais firmados pelo país, o parlamento brasileiro aprovou uma lei de proibição do tráfico africano em 7 de novembro de 1831. Todavia, após diminuir por alguns poucos anos, o tráfico retomou a sua força na segunda metade dos anos 1830. Entre 1831 e o início da década de 1850, quando o tráfico realmente acabou por força da aplicação de uma nova lei, 750 mil africanos foram introduzidos no Brasil por contrabando e escravizados à revelia das leis do país.”

Seguindo essa linha, essa entrada em massa de africanos só pode ser concretizada com a corrupção e movimentações ilegais de setores amplos da sociedade civil, buscando assegurar por mais tempo o comércio de escravizados, principalmente, para suprir a demanda das cada vez mais dinâmicas fazendas cafeeiras do Vale do Paraíba.

Só mais um exemplo, dirigido aos que ainda compram o discurso que durante o regime militar não existia corrupção, a historiadora Heloisa Maria Starling em breve texto para a Revista de História.com.br consegue desconstruir totalmente essa ideia. A própria ideia de “ditadura” e a sua associação à tortura aos identificados como subversivos tem como eixo central a corrupção. Em suas palavras:

“Ao se materializar sob a forma de política de Estado durante a ditadura, em especial entre 1969 e 1977, a tortura se tornou inseparável da corrupção. Uma se sustentava na outra. O regime militar elevou o torturador à condição de intocável: promoções convencionais, gratificações salariais e até recompensa pública foram garantidas aos integrantes do aparelho de repressão política. Caso exemplar: a concessão da Medalha do Pacificador ao delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-1979).

A corrupção garantiu a passagem da tortura quando esta precisou transbordar para outras áreas da atividade pública, de modo a obter cumplicidade e legitimar seus resultados. Para a tortura funcionar é preciso que na máquina judiciária existam aqueles que reconheçam como legais e verossímeis processos absurdos, confissões renegadas, laudos periciais mentirosos. Também é necessário encontrar gente disposta a fraudar autópsias, autos de corpo de delito e a receber presos marcados pela violência física. É preciso, ainda, descobrir empresários dispostos a fornecer dotações extra-orçamentárias para que a máquina de repressão política funcione com maior precisão e eficácia.”

Antecipando-me a futuras críticas, não estou aqui naturalizando a prática da corrupção. Ao contrário, a maior autonomia das instituições investigadoras e a firmeza do judiciário na condenação dos culpados é essencial. Estou apenas mostrando como não faz sentido a associação direta que vem sendo feito entre PT e corrupção. Acho que com os exemplos acima tive sucesso nesta intenção.

Como diz o argumento do filme “A Viagem” (2012), os limites são apenas conceitos, mas conceitos fortes e extremamente reais que interferem diretamente nas nossas vidas. Mas, como são conceitos, acreditar que podemos superá-los é o ato primeiro e essencial para qualquer transformação.

A história, assim, pode nos ajudar mostrando que as coisas já foram diferentes e o futuro sempre está em construção, somos então, sujeitos da nossa própria história. As tentativas de vários setores de mostrarem as desigualdades sociais e a pobreza como “ordem natural das coisas” e a desqualificação dos brasileiros que defenderam esse novo Brasil nas urnas contra a eleição de Aécio Neves – vejam os preconceitos com o povo nordestino, por exemplo – é claro. Para muitos, as mudanças realizadas pelos governos nos últimos anos, resultados de muito luta, instaurou o caos no país. Como diz a letra do rapper Funkero, “altere a ordem estabelecida e tudo vira caos”. Se pensarmos que as alterações apenas começaram, cabe imaginar o tamanho do caos que tentarão apresentar-nos como realidade…

6 desculpas que as pessoas dão para não doar

27/10/2014

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Ninguém recusa convite para ir ao bar e pagar uma conta de R$ 30 reais por dois chopps e um bolinho de bacalhau. Já quando o assunto é doar os mesmos R$ 30… ai já é outra história. O papo normalmente não é tão simples para convencer sobre esse “gasto”. Seguem as desculpas mais famosas para não doar:

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1) Não tenho dinheiro sobrando

Contando-se que você recebe seu salário, paga as contas, paga parcelas de qualquer coisa e por fim torra grana no lazer, é claro que não vai ter dinheiro para doar nunca. Na verdade, não vai ter dinheiro para nada. Se a doação não for encarada como uma despesa mensal normal, tal como as contas básicas, ela ficará sempre para depois.

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2) Minha doação não seria relevante hoje em dia

Você ainda não tem a renda que sonha, por isso o valor que poderia doar seria irrisório. Assim, não adianta pensar nisso agora, certo? Nada disso. Há projetos em que sustentar uma criança durante um mês em uma creche custa apenas R$ 100. Também existem campanhas de crowdfunding onde R$ 10 já fazem diferença. É claro que seria incrível poder doar R$ 1 milhão, mas enquanto você não chega lá…

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3) Já dou 30% do que ganho pro governo

Os impostos são enormes, ainda mais considerando-se o que é feito com eles. Mas isso não tem relação alguma com doar ou não. Você provavelmente continua tendo condições de doar e continuam havendo milhões de pessoas precisando da sua doação. Resumindo: uma coisa não tem nada a ver com a outra.

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4) Não tenho confiança

Essa desculpa é “ótima”, porque está supostamente embasada. A cobertura da mídia dá ênfase aos casos de corrupção dos projetos, que são minoria absoluta. Ai o sujeito se agarra nessa “realidade” para concluir que não deve doar nada. Porém, com um MÍNIMO de pesquisa, é fácil saber de projetos bons onde seu dinheiro será muito útil. E eles são maioria.

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5) Não é esse o caminho para melhorar

Outro argumento na linha “supostamente embasado”. Defende que, pelo problema social ser muito complexo, a solução tem que ser sistemática. É necessário conscientizar, mudar estruturalmente, não dar o peixe e dar a vara e blá blá blá. Concordo com tudo isso. A solução final pode realmente não vir da doação. Porém, mesmo sem mudar a raiz de todos os males do mundo, diminuir um pouco o sofrimento do cara do lado, já que você tem condição, é melhor do que nada.

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6) Nunca pensei nisso

Em uma rotina dedicada a ser economicamente produtivo e a cuidar da família, filantropia só é assunto se for algo cultural. Como no Brasil não temos tal hábito, o tema fica para depois e depois e depois e nunca chega a hora de pensar nisso. É impressionante ouvir, numa sociedade tão desigual quanto a nossa, que a pessoa nunca tenha pensado em doar.

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